Aquele amigo tinha presenciado cada coisa idiota que eu havia feito na minha "infância".
Mas o velho amigo ria e acenava.
YEAH! Eu devia estar perdoada pelo meu passado ridículo.
Fui chegando perto feliz por revê-lo. Mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele já tinha se adiantado:
-- Você ta doente.
Ele continuou rindo. Eu não entendi a piada.
A conversa parecia fora do contexto.
Ele, rindo de novo:
-- Você ta doente. Assim como eu.
Aí sim eu entendi completamente e pude rir junto com ele.
E fiquei feliz pela doença mental de nós dois.
Ou melhor, pela nossa insanidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário