π: E eu devo ter ficado com aquele olhar de "quero matar alguém" quando na verdade tava com raiva era de mim mesma... Mas é isso que vocês fazem, não é? O objetivo na vida de um cara é pegar um número tão absurdo de mulheres que no final da vida ele não consiga mais contar nos dedos.
Depois dessa, não consegui mais me concentrar nas promoções coloridas, me rendi logo ao assunto da conversa:
B: Depende... Eu acho que você merece um cara que goste muito de você e que queira só você. Nada menos que isso.
π: Mas... mas todo mundo merece isso. Ou eu to sendo ingênua demais? Pra não dizer burra...
B: É, você ta sendo um pouquinho ingênua sim, mas isso é normal, entende? Você, mais que qualquer pessoa que eu conheçi, merece alguém que queira você e mais ninguém e que goste de você de verdade.
π: Obrigada, isso é.... revigorante. Uh, acho que não é essa a palavra.
De repente, a garota me lançou um olhar inquisitivo. A expressão que eu fazia enquanto ouvia deve ter me delatado. Voltei a correr os olhos pelo encarte do supermercado, como se pedisse desculpas pelo erro.
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
"E é nas débeis palavras que minha consciência repõe a forma que se estabiliza."
"Às vezes me perguntam por que eu escrevo. Eu poderia responder a verdade para elas, com simples palavras em sentenças já formadas por mim mesmo devido às inúmeras vezes de que tive de me convencer de que isso era o melhor para mim; mas, quando converso com as pessoas, eu posso ver nos olhos delas o que elas realmente querem saber com uma pergunta, e eu posso lhe garantir: algumas perguntas não são feitas para receberem a verdade - e pior: algumas pouco querem uma resposta. A vida é estressante, sabe? Ela cobra coisas que ainda não “deu”, ela te expõe a situações que você nem se interessa, ela te sobrecarrega com cargas que até você sabe que não consegue suportar. Desse jeito, todos precisam de uma válvula de escape. Todos têm uma válvula de escape. E é nas débeis palavras que minha consciência repõe a forma que se estabiliza. Primeiramente tudo era posto em papéis pessoais que serviam para ninguém além de mim mesmo, como cicatrizes que somos obrigados a cultivar com uma espécie de amor e ódio, que, mesmo nos trazendo aquele gosto masoquista de vitória na mente, nos remetem um tempo de dificuldade, tempo de fraqueza; e para o mundo, as fraquezas são fontes apetitosas para novos problemas. Isso nos gera medo. Ridículo, não? Como podemos conquistar algo que iremos temer depois? Aliás, como podemos temer algo que ainda não apareceu? Aos poucos, nós acabamos nos dando a liberdade de expor nossas cicatrizes ao sol e aos outros, tendo cuidado para não piorar sua situação. Eu escrevo coisas que não consigo pensar. Os pensamentos são tão rápidos e os assuntos às vezes tão delicados. Algumas coisas precisam de um tempo para se estabilizarem.
Sempre achei a dor uma coisa muito pessoal, algo que servisse apenas para mim. Bem, talvez sirva apenas para mim afinal, mas nunca pensei que mostrar ao mundo as marcas que ela me deixou, fosse trazer às pessoas a mesma sensação, o mesmo sentimento… e até as lágrimas que me causou. Nunca pensei que minha dor fosse fazer alguém chorar. Nunca pensei que meu sofrimento fosse um dia dar sinal de que seria compreendido. E eu não me importo mais com o mau uso que alguns fazem com a relação entre texto-sentimento, não me importo mais com os julgamentos que fazem com minha escrita, não me importo mais com os pensamentos errados que surgem quando alguns leem o resultado da dor que de mim saiu. Eu não me importo com nada que não seja meu desabafo. Enquanto o mundo me fizer sofrer, minhas decisões continuarem sendo falhas, amizades acabando por causa de bolhas opacas e máscaras mal-colocadas, eu irei sentir dor, e minha vida é muito pequena para suportar tudo. Que as páginas fiquem feias com as rasuras e a tecla de espaço tenha que ser batida com mais força para inserir o pedido, minha dor sairá de mim em formas de palavras. Então, se voltarem a me perguntar por que escrevo, só terei uma coisa a falar - para alguns pode não ser suficiente, mas para mim é o necessário: eu escrevo porque sofro.
Sem muito drama, você percebe que sofrer é muito além do que alguém querendo ver você para baixo. Sofrimento é a palavra que alguns colocaram para “pausa para descanso”. Sofrer nada mais é que uma aviso de “descanse para tomar uma nova escolha”. Sofrer é ganhar a oportunidade de girar a moeda mais exata da vida, e, claro, nela só se tem duas opções: sim ou não. Nenhuma dessas opções é a errada. Você só tem que escolher uma e tentar fazer dar certo o caminho que resolveu trilhar. Alguns pegam essa pausa para descanso e simplesmente desistem. Outras estragam o próprio destino por não saber o que fazer. Algumas pessoas sorriem e relevam tudo o que passaram.
Eu - antes de jogar a moeda e ver para que lado tenho que trilhar - meus caros, escrevo."
- Aleex Zalach
Islã - Arte e Civilização
Mais uma exposição pra fazer parte do nosso bloco "muses" (HÊÊÊ^)
Então, povo, 14h, todo mundo esperando na parada da BCE, morrendo de medo do ônibus não passar... (eu seria linchada se o ônibus não passasse D:)
ônibus chega (ufa) mas atrasado, e o medo agora era de não caber todo mundo no micro-literalmente-micro-ônibus (mas era de graça, né pow :x)
Thaís deitada com seu ray ban maneiro, tomando um solsinho, Luisa sentada em... não sei aonde (?), Mônica cantando spice girls (vídeo abaixo, muahahaha)... anyway, todas tiveram seu momento "retorno às excursões de ensino fundamental" naquele fundo de ônibus (que tinha geladeira...mas sem nada dentro).
ônibus chega e todo mundo procura a tal fonte em que a professora estaria nos esperando (imagem da marília sentadinha na fonte toda bonitinha) e então o que encontramos? a taaal fonte ¬¬
todo mundo esperava uma fonte enooorme, daquelas de filme mas... ta né... jogamos moedinhas (com muita dificuldade pra acertar de costas) e fizemos pedidos (a não ser quem esqueceu lol)
então, o segurança chegou mais perto, com cara de cão, quando eu sugeri que "recolhêssemos" todas aquelas moedas... nada fora do normal ^^
mas hein, a professora não chegava e com toda a confusão que teve com o dia, ficamos achando que talvez o dia da exposição seria outro e que na verdade ela estaria esperando para dar nossa aula lá no IdA =s
e... quem quer saber disso??? vamos à exposição.
a moderadora (minha futura profissão) foi levando a gente pela exposição
Thaís e eu ligamos nossas câmeras "acho que só não pode tirar sem flash"
de repente aparece a segurança com cara de cão falando que é proibido tirar fotos,
é proibido tirar fotos!
que??????
ta brincando,
pqp mano, eu só vim nessa droga pra fazer meu post (mentira), e sem foto, sem post.
merda ¬¬
então povo, vou ficar devendo mais fotos pra vocês, fazer o que, né? (esperar até a última semana da exposição pra tirar foto escondida #fuckthepolice lol)
voltando à exposição,
não sei se foi pela proibição de câmeras e o sentimento de que eu era um turista japonês gordo querendo tirar foto de tudo, mas...
achei que fossem dar mais enfoque na cultura que continua hoje, na atual... na língua, na comida, na música, não só em inscrições em pedras antigas, em vasos quebrados, em ruínas... o que tinha lá, não me foi tão interessante quanto o que eu já sabia... e quem não sabia nada deve ter saído de lá sentindo como se o mundo árabe fosse uma coisa totalmente alienígena, como se os árabes de hoje continuassem a usar aquelas roupas, aqueles tamancos gigantescos (piores que os japoneses D:), aqueles copos, todos aqueles objetos...
e não, o costume do chá inglês não veio dos árabes, veio da Índia que foi colonizada pelos próprios ingleses, fikdik ^^
mas é... eu devia estar esperando a exposição errada, não era "Mundo árabe", era "Islã", o império islâmico e sua civilização. Bom, tem diferença pra mim...
anyway, aprendi a escrever o nome da minha mãe em uma das diversas caligrafias árabes, descobri que meu nome não existe no árabe (alfabeto maldito sem "P"), descobri que essa coisa de tapete voador veio por que os alunos ouviam os contos de seus sábios em cima dos tapetes, e acabavam "voando" com tanta imaginação, e anotei uma coisinha muito legal que o google teima em dizer que é citação de Eleanor Roosevelt. Fazer o que se o google dá preferência ao mundo ocidental? ¬¬:
"O futuro pertence àqueles que acreditam em seus sonhos."
- Moafak Dib Helaihel
bom, vou tentar preencher esse vazio (;-;) com fotos cedidas para divulgação:
![]() |
| mano, isso é folheado a ouro *-* |

| tamancos em machetaria (machete!) |
| brincos *-* (de ouro, sempre) |
| Engraçado como a curadoria brinca com o português e o estilo da caligrafia árabe |
fonte: internet lol
(plágio aê -nnnn)
e teve uns gatinhos traíras que faziam cara de fome, mas te arranhavam quando você tentava dar comida:
obs.: fotos da fonte lá em cima e do gato, fui eu que tireeeei :D (rsrsrsrsrsrsr)
a exposição fica de 26 de abril a 3 de julho, no CCBB
ta só começando, aproveitem^^
e quando ouvirem a musiquinha árabe de fundo, lembrem da pri dançando, ok? ;)
e agora, o tão esperado vídeo: #todoscomemora
Lembrete: é obrigatório que todos postem seus comentários no blog - lol, nahhhh, isso aqui não é aula, ok?
e claro, não posso acabar o post sem a então famosa frase do Tom:
"Homem sem chifre é um animal sem defesas."
terça-feira, 26 de abril de 2011
Mariko Mori
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Poetry poetry poetry poetry.
Even the stars, which birth, bloom and death, may take more than ten thousand human lives to ensure and express its beauty in such a natural way,
Are faded to disolve in nothingness.
Even their deaths, resulting in the dark abysses of the endless beyond sky, the last long moanings chanted, as if to compensate their so galantly past lives, shining in darkness.
Even the undaunted and so-called eternal flowers that adorn our unreachable sky,
are but fleeting maidens, chasing after the blossoming of their own lifelines, only to die afterwards, a death by no means insignificant and apart from their same beauty.
And so, I ask, what may be the beauty of the black sheet behind our twinkling sky fragrances?
Aside from being that which remains the same, amidst the endless dance of change?
Aside from being the still and silent mistery that shrowds our lives when the day is done?
Maybe it is made from the same scent as the world of dreams we enter each night, as much as that curtain is dropped upon the sky.
I wonder what has this oniric realm in store for me this night.
I wonder if the sky will show me its secrets so lovingly, in the same way I wonder about its lost tale.
- The Kind Void
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Mr. Leprechaun
"é meio como se
*como quando
a gente quebra um prato
voce pode até colar
e vai encaixar direitinho
mas a marca da rachadura, nao sai
nao importa o que se faça
vai ter sempre aquela linha fina
mostrando que aquilo foi quebrado.
e acontece, sei lá
nao cuidamos da amizade como devíamos... entao é esse o resultado."
*como quando
a gente quebra um prato
voce pode até colar
e vai encaixar direitinho
mas a marca da rachadura, nao sai
nao importa o que se faça
vai ter sempre aquela linha fina
mostrando que aquilo foi quebrado.
e acontece, sei lá
nao cuidamos da amizade como devíamos... entao é esse o resultado."
- Mr. Leprechaun
Poeira e Batom
Exposição Poeira e Batom no Planalto Central -50 mulheres na construção de Brasília no Park Shopping
Povo, achei bem legal saber a versão de mulheres daquela época, já que a gente ta mais acostumado com as histórias dos operários-semprehomens, hehe
mas hem, falando sério, tinha uma mulher que tinha vindo de pau-de-arara lá do Rio Grande do Norte... GRÁVIDA o.O
bom, quem gosta ainda ta lá ^^
(eles deviam vender o dvd do documentário...
e aumentar o som :/)
Povo, achei bem legal saber a versão de mulheres daquela época, já que a gente ta mais acostumado com as histórias dos operários-semprehomens, hehe
mas hem, falando sério, tinha uma mulher que tinha vindo de pau-de-arara lá do Rio Grande do Norte... GRÁVIDA o.O
bom, quem gosta ainda ta lá ^^
(eles deviam vender o dvd do documentário...
e aumentar o som :/)
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| Karmann Ghia *-* |
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| SIM, MANO, É UM KARMANN GHIA! |
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| só de pensar que minha mãe já teve um... |
"foi", tia.
Philips ^^
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| 51 aninhos ^^ |
Não, isso não é uma colher. Se alguém tiver hipóteses pra que servia esse troço, avisa aí.
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| hahuahuahua, fuçando o boletim do coleguinha :x |
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| hm, oi pri? |
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| telefone da vovó |
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| moda-ciclo |
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| MANO, É O MINHOCÃO! |
ps.: vó, vou transformar sua casa em museu :x
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