é, enfim, a morte da inocência.
Um poço de possíveis acontecimentos impossíveis. Sou eu.
Tudo pela metade, negado, como erro.
(mas o erro maior não teria sido continuar?)
Eu sou medo, inércia, "Que nada aconteça".
("Que tudo aconteça". "Que qualquer coisa aconteça.")
E assim os outros seguem, sem mim, como pedi.
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